quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

A questão que eu coloquei em discussão é a seguinte:

Baseado na opinião de um engenheiro aeronáutico que trabalha no Museu da TAM (em São Carlos) em me convenci que seria suficiente comprar os componentes da França e reformar os Mirage aqui mesmo.

A EMBRAER poderia fazer esta reforma para a FAB em São José dos Campos, com o apoio da TAM (segundo o engenheiro da TAM).

Eu não sou contra a compra de mais caças e mais modernos.

Mas eu sou contra jogar as coisas fora (rsrsrsrs).

Um caça como estes, supersônico, chega a valer pelo menos um milhão de reais, mesmo precisando de reforma.

O Brasil vai jogar no lixo 1 milhão de reais ?
Vocês acham justo isso ?

Tá certo que 1 milhão de reais é dinheirinho de pinga para o Governo Federal.





Mas é dinheiro nosso !  Sai do nosso Imposto !

Se eu fosse o Governo Federal, eu aprovaria a compra de caças novos de ultima geração  mas pediria a EMBRAER, ao ITA, a TAM e demais especialistas em aviação que providenciassem um plano de reforma dos Mirages.

A Força aérea brasileira teria assim 36 caças Gripen Novo e mais 6 caças Mirages reformados em stand-by, para Treinamento e para uso em alguma emergência.

Jogar Fora ???  Sucatear ???  Virar peça de Museu ?

Sou contra esta filosofia !

Para vocês terem uma idéia, estou consertando esta TV Philips antiga, preto e branco, da decada de 70 ou 80 para servir de monitor para meu sistema de circuito fechado de TV e para ligar meus TK85, CP200 e MSX.  Vejam as fotos em anexo.

Não aceito que um país de 3 mundo como o Brasil coloque 6 caças comprados em 2004 no Museu assim.  Acho isso um desperdício de armamento e de recursos !

sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

Máquina Bobinadeira para captadores de Guitarras

Essas fotos ilustram uma máquina para enrolar captadores de guitarras.





Estou no momento trabalhando na parte eletrônica de controle da máquina.

FDI - o que significa a sigla...

FDI é um acrônimo  (gostaram da palavra ? )  para  "Firmware, DesiGN and Innovation".

O primeiro nome que meu escritório de Projetos recebeu foi   "FDAI  - Microcontroladores e Projetos em Eletrônica".  Quem deu esse nome foi meu ex-sócio (e grande amigo)  Davide Innocenti Risaliti, que é italiano mas hoje mora e trabalha no Egito !
FDAI era um sigla que continha as iniciais dos nomes dos sócios: O  "F" podia ser ou de "Francisco" ou de "Fambrini" (eu) e o "D" "I" de  Davide Innocenti.
Mas a vida caminha e meu grande e genial amigo se foi e eu continuei lecionando Eletrônica nas escolas técnicas e Faculdades da Região de Bragança Paulista, no interior de São Paulo.
Continuei trabalhando (sozinho) no meu pequeno escritório de Projetos, que se iniciou em 2001.
Como o Davide não mais fazia parte da microempresa, o nome foi mudado para FDI e a sigla precisava ganhar um novo significado.
Foi quando consultei meu amigo (que é especialista em marketing) que me recomendou não mudar radicalmente a sigla, manter quase as mesmas letras e procurar um novo signficado, que tive a ver com a atual atividade da empresa. Assim nasceu a sigla-nome "FDI", com o significado atual: FIRMWARE = a principal atividade, fazer programas de Micrococontroladores, CPLDs e FPGAs;
DESING=projetos eletrônicos de hardware, e INNOVATION = Inovações.

Atualmente dedico 90% do meu tempo ao Ensino nas Faculdades em que sou professor e apenas 10% do meu tempo (e da FDI) em desenvolvimento.
O problema é que desenvolvimento toma muuuito tempo.
É preciso cobrar um valor justo por esse tempo. A maioria das Empresas que deseja contratar um desenvolvedor tercerizado, o faz pensando em economia, achando que ficaria menos oneroso do que contratar um técnico ou engenheiro. Assim, cria-se uma grande quantidade de trabalho e uma remuneração não compatível, o que faz com que esse modelo de negócios se torne inviável.
O valor cobrado (para ser justo e proporcional à carga de trabalho) teria que ser muito mais alto do que a média dos empresários está disposta a pagar. Por isso, hoje não mais atuo nesse mercado.

Para ser justo, quero aqui fazer um agradecimento a um grande técnico que desenhou muitas das placas de circuito impresso que a FDI fez. O nome dele é JOÃO CARLOS CAZALLI, é um dos melhores lay-outistas de circuito impresso que eu conheci, senão o melhor.
Outra pessoa que eu não posso deixar de agradecer é meu grande amigo JOSÉ MAURÍCIO MUNIZ LEME, um gênio oculto, daqueles que não faz questão de fazer aparecer sua genialidade.
O José Maurício é o melhor técnico em eletrônica que conheci na minha vida, um sujeito de uma capacidade técnica e humana extraordinária.
Outro colega que eu quro citar aqui é o Professor Heinz Hope, do INTEP. Esse sabe tudo de Eletrônica.

Outras pessoas fizeram parte desse caminho profissional e a todos, minha profunda gratidão e minhas desculpas pela omissão.

Uma foto da minha bancada de trabalho











Esta é uma foto da minha bancada de trabalho em Eletrônica, mostrando alguns kits de desenvolvimento na área de Microcontroladores.

Fotos na PICASAWEB

Minha pequena coleção de computadores antigos:
http://picasaweb.google.com/ffambrini/ComputadoresAntigos#

Meus kits de desenvolvimento na área de Microcontroladores:
http://picasaweb.google.com/ffambrini/MeusKitsDeDesenvolvimento#

Alguns Protótotipos que eu desenvolvi no meu escritório de desenvolvimento,
FDI (Firmware, Desing, Innovation)
http://picasaweb.google.com/ffambrini/MeuProjetosEPrototiposEmEletronica#

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Uma Placa que eu desenvolvi

Essa placa eletrônica usa um Microcontrolador PIC16F628A e eu a desenvolvi para controlar uma Prensa aplicadora de terminais da Empresa JARIG (JA Ferramentaria)

Meu projeto atual






Atualmente estou construindo uma maquina para enrolar captadores de guitarra. Vejam como está ficando a parte mecânica